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12/12/2005
September
We sit late, watching the dark slowly unfold:
No clock counts this.
When kisses are repeated and the arms hold
There is no telling where time is.
It is midsummer: the leaves hang big and still:
Behind the eye a star,
Under the silk of the wrist a sea, tell
Time is nowhere.
We stand; leaves have not timed the summer.
No clock now needs
Tell we have only what we remember:
Minutes uproaring with our heads
Like an unfortunate King's and his Queen's
When the senseless mob rules;
And quietly the trees casting their crowns
Into the pools.
De vez em quando também escrevo... mas acho que estou mais para Sylvia Plath.
Monica Gailewitch
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Re: Oi Mônica,
Eu realmente faço uns poeminhas. Nunca quis publicar em livro. Mas no blogzinho achei que seria uma curiosidade para os meus leitores de ficção (na verdade a idéia foi do Ergo). Ninguém disse que ali só vai poema meu. Quem quiser pode mandar também o seu. A Monica, que escreve muitíssimo bem em inglês, já está lá. Confira.
Thales
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11/12/2005
Oi, Thales!
Gostei do conteúdo e do formato do seu blog. Seu assistente é muito charmoso. Essa pose pensante do Ergo deixaria o Toby enciumado.
Não consegui acessar a sua biografia.
Adorei o artigo que li sobre a conferência de Ken Follet. Concordo com a sua conclusão sobre fenômeno de massa versus fenômeno literário.
Raramente há qualidade e respeito ao princípio cristão da verdade em trabalhos feitos para o consumo de massa. E tudo caminha para a fórmula do consumo de massa. Livros de qualidade, como os seus, são encomendados pelo cliente porque raramente acharemos na loja (inclusive na Saraiva). Produtos originais custam o dobro do preço dos paralelos mas duram muito mais; mesmo assim a massa investe no paralelo que custa a metade e nem chega a durar a metade. O que fazer? Cada um tem o que merece ter ou o que conseguiu pensar. Quem sabe o seu assistente pode ensinar a massa a conquistar um pensar melhor ...
Abraço inclusivo
Gisele Pecchio Dias
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Re: Oi Gisele, o Ergo agradece o elogio, mas tomou uma bronca: mandei ele consertar o tal defeito, logo na minha biografia! Na verdade a maioria dos meus livros está nas livrarias, especialmente o último, o Quinta Estação. Concordo, porém, que o livro sai rápido da praça e é muito caro. Para isso mudar, é preciso mais educação, de modo a ampliar o número de leitores, e uma mudança de comportamento das editoras, que hoje preferem fazer muitos lançamentos com tiragens pequenas e preços altos. Diferente de você, eu acho que o brasileiro não merece isso. Principalmente o que gosta de ler e está pagando mais caro pelo livro que americano. Beijos e boa sorte no seu trabalho muito importante.
Thales
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13/12/2005
Só uma correção: não penso que os brasileiros leitores merecem pagar mais caro pelos livros. Ocorre que a indústria segue tendências e tem o foco no lucro. Pior que pagar mais caro é não ter livros acessíveis. Pior que entrar numa livraria e ter que encomendar o livro ou pagar mais caro por ele que o leitor norte-americano é saber que na livraria não há livros em braile, nem em áudio, nem digitalizados. Por isso sou alternativa. Quem estaria preocupado em fazer livros em braile para crianças? Sinto-me feliz pelo meu trabalho de formiguinha. Um dia teremos um enorme formigueiro.
Gisele Pecchio Dias
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